domingo, 22 de novembro de 2009
Vivendo, tomando posse e descobrindo
sábado, 21 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Fabricando pesquisas
Em Columbia
UMA DESCOMPOSTURA FABULOSA NO FACINOROSO
sexta-feira, 20 de novembro de 2009 | 6:37No dia 24 de setembro de 2007, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que chega ao Brasil na segunda. falou na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, num evento organizado pela Escola de Assuntos Públicos e Internacionais da instituição. Aquele ano foi dedicado às questões iranianas, e a presença do facinoroso foi apenas um dos eventos. Lee Bollinger, presidente da Columbia — lá, os reitores têm esse título — optou por fazer uma fala introdutória, prévia, ao discurso de Ahmadinejad. E fez história. A descompostura é fabulosa.
No vídeo abaixo, não está toda a sua fala. Antes do ponto em que vocês podem assistir, ele agradece os esforços dos coordenadores do evento e lembra: “Ouvir idéias que nós deploramos não implica endossá-las nem é sinal de fraqueza ou ingenuidade diante dos perigos reais inerentes a essas idéias”. O reitor se preparava para lançar um foguete contra Ahmadinejad.
“Uma das premissas cruciais da liberdade de expressão é que não tornamos honrada a desonra quando abrimos o debate para que ela se manifeste”. O reitor diz compreender o ponto de vista daqueles que acreditam que aquele evento — a presença de Ahmadinejad na Columbia — jamais deveria estar acontecendo, desculpa-se com aqueles que se sentirem pessoalmente atingido pelo fato e diz que fará o máximo para aliviar seu sofrimento. De modo enfático, afirma: “Que fique claro de uma vez por todas: este evento não tem absolutamente nada a ver com o ‘direito’ de quem fala, mas apenas com o nosso direito de ouvir e falar. Fazemos isso por nós”.
Lee Bollinger exalta os valores da liberdade, fala da necessidade de entender o mundo e lembra que a universidade não ocupa escalões do poder. Não faz a paz nem faz a guerra. Mas forma cérebros. E então passa a se dirigir diretamente a Ahmadinejad.
A brutal repressão de professores universitários, jornalistas e defensores dos direitos humanos
O reitor cita casos de perseguição a professores — um deles formado na Columbia e convidado a dar aula na Universidade, diz que a Anistia Internacional acusa a execução de 210 pessoas, 21 delas só no dia 5 de setembro. Entre os mortos estavam crianças e defensores dos direitos humanos. Lembra que se fazem execuções públicas, violando convenções internacionais de direitos civis de que o Irã é signatário. Isso tudo antecede o trecho do vídeo que está aí. O texto que segue depois dele são trechos da fala do reitor dirigindo-se diretamente a Ahmadinejad
1s até 2min37s
“Essas e outras execuções coincidiram com a selvagem repressão contra ativistas estudantis e professores, acusados de fomentar a chamada ‘revolução suave’ (…) Como disse a doutora Esfrandiari num entrevista, ele ficou presa numa solitária por 105 dias porque o governo acreditava que os EUA planejavam uma “Revolução de Veludo” no Irã. Nesta mesma sala, no ano passado, nós aprendemos alguma coisa sobre a Revolução de Veludo de Vaclav Havel. E ouviremos algo semelhante de Michelle Bachelet, presidente do Chile.Estas duas histórias extraordinárias lembram-nos de que não há prisões suficientes para impedir uma sociedade que queira ser livre de ser livre.
Nós, nesta universidade, não temos receio de protestar contra o nosso governo e de contestá-lo em nome desses valores. E não temos receio de criticar o seu governo.
Vamos deixar claro de saída: senhor presidente, o senhor exibe todos os sinais de um ditador mesquinho e cruel.
E eu lhe pergunto: por que as mulheres, os membros da religião Baha’i, homossexuais e muitos dos nossos colegas professores são alvos de perseguição em seu pais?
Por que, numa carta ao secretário geral da ONU na semana passada, Akbar Gangi, um dissidente, e outras 300 personalidades, entre intelectuais, escritores e laureados com o Prêmio Nobel acusam que a sua retórica inflamada contra o Ocidente busca desviar a atenção do mundo das condições intoleráveis que o seu regime criou dentro do Irã, em especial o uso da Lei de Imprensa para banir os críticos?
Por que o senhor tem tanto medo de que os cidadãos iranianos expressem suas opiniões em favor de mudanças? (…)
O senhor me deixa liderar uma delegação de estudantes e professores da Columbia para falar na sua universidade sobre liberdade de expressão, com a mesma liberdade que lhe garantimos hoje? O senhor fará isso?”
A negação do Holocausto
2min43s -3min59s
“Em dezembro de 2005, num programa da TV estatal, o senhor se referiu ao Holocausto como uma invenção, uma lenda. Um ano depois, o senhor apoiou uma reunião de negadores do Holocausto.
Para os iletrados, os ignorantes, isso é propaganda perigosa. Quando o senhor vem a um lugar como este, isto faz do senhor simplesmente um ridículo. Ou o senhor é um provocador descarado ou é espantosamente mal-educado [sem formação intelectual].
O senhor precisa saber que a Columbia é um centro mundial de estudos judaicos e, agora, em parceria com o Instituto YIVO, de estudo do Holocausto. (…) A verdade é que o Holocausto é o mais documentado evento da história humana. (…). O senhor vai parar com esse ultraje?
A destruição de Israel
4min2s -4min54s
Doze dias atrás o senhor disse que o estado de Israel não pode continuar a existir. Isso repete inúmeras declarações inflamadas que o senhor tem feito nos últimos dois anos, incluindo a de outubro de 2005, segundo a qual Israel tem de ser “varrido do mapa”.
A Columbia tem mais de 800 ex-alunos vivendo em Israel. Como instituição, temos profundos laços com nossos colegas de lá. Eu, pessoalmente, tenho me manifestado com força contra propostas de boicotar estudantes e especialistas de Israel dizendo que isso seria boicotar a própria Columbia. Mais de 400 colegas e reitores neste país pensam o mesmo. Minha pergunta, então, é: “O senhor planeja nos varrer do mapa também?”
Financiamento do terrorismo
4min58s - 5min55s
De acordo com o Council on Foreign Relations, está bem documentado que o Irã é patrocinador do terror, financiando grupos violentos como o libanês Hezbollah, que o Irã ajudou a organizar em 1980, e os palestinos Hamas e Jihad Islâmica.
Enquanto o governo que o precedeu colaborou com s EUA na campanha contra o Taliban, em 2001, o seu governo está atacando sorrateiramente as tropas americanas no Iraque, financiando, armando e garantindo livre trânsito para líderes insurgentes como Muqtada al-Sadr e suas forças.
Há inúmeros relatos que ligam o seu governo com os esforços da Síria para desestabilizar o frágil governo do Líbano por meio da violência e do assassinato político.
Minha questão é esta: por que o senhor apóia organizações terroristas que continuam a golpear a paz e a democracia no Oriente Médio, destruindo vidas e a sociedade civil na região?
Guerra por procuração contra as tropas dos EUA no Iraque
5min57s-6min45s
O general David Patraeus afirmou que armas fornecidas pelo Irã (…) estão contribuindo para a sofisticação de ataques, “que não seriam possíveis sem o apoio do Irã”. Muitos formados da Columbia e estudantes estão entre os bravos militares que estão servindo ou serviram no Iraque e no Afeganistão. Eles, como outros americanos com filhos, filhas, pais, maridos e mulheres que estão em combate vêem, certamente, o seu governo como inimigo.
O senhor pode lhes dizer e a nós por que o Irã está lutando uma guerra que não é sua no Iraque, armando a milícia Shi’a, alvejando e matando tropas americanas?
Finalmente, o programa nuclear do Irã e as sanções internacionais
6min46s-10min30s
Nesta semana, o Conselho de Segurança da ONU avalia ampliar as sanções [contra o Irã] pela terceira vez porque o seu governo se recusa a suspender o programa de enriquecimento de Urânio
(…)
Por que o seu país se recusa a aderir ao padrão internacional de verificação de armas nucleares, em desafio a acordo que o senhor fez com a agência nuclear das Nações Unidas? E por que o senhor escolheu fazer o seu próprio povo vítima dos efeitos das sanções internacionais, ameaçando fazer o mundo mergulhar na aniquilação nuclear?
Deixe-me encerrar com este comentário. Francamente, com toda sinceridade, senhor presidente, eu duvido que o senhor tenha coragem intelectual de responder essas questões.
(…)
Voltei
Quem, no Brasil, diria estas mercas verdades a Ahmadinejad?
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Antigamente X hoje
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Para não dizer que não falei do Muro... III
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Porto Alegre contra a loucura, a estupidez, o crime, a canalhice, a intolerância, o genocídio...
O Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul, ao longo de sua história, vem lutando por garantir direitos e liberdades para todos os Homens. Durante a Ditadura Militar, auxiliou brasileiros e estrangeiros a fugirem dos regimes autoritários.
Com o fim da Ditadura, vem atuando na denúncia das arbitrariedades que persistem e na defesa dos cidadãos que se percebem oprimidos. Dentre estas ações, se destaca a luta contra o neonazismo, que, no Rio Grande do Sul, ataca negros, judeus, punks e outras minorias que não consideram “puras”.
Neste sentido, iniciou ação judicial que resultou na condenação de Siegfried Ellwanger, um de seus líderes, proprietário da Editoria Revisão, que publicava livros negando a existência do Holocausto.
Assim como se opõe ao estado das (boas) relações do governo brasileiro com o regime genocida de Omar Hasan Ahmad, ditador no Sudão (que extermina a população negra do sul do país desde 2003, com o resultado de, até aqui, mais de 300 mil mortos e cerca de três milhões de refugiados na região de Darfur) e da China, cujas ações no Tibet significam a morte, nos últimos 40 anos, de 1,2 milhão de pessoas e a destruição de mais de 6 mil monastérios budistas, o MJDH vem agora repudiar a decisão de convidar Mahmoud Ahmadinejad, presidente da República Islâmica do Irã, para estar no Brasil.
No Irã, os direitos humanos não existem. Os veículos de comunicação são todos controlados pelo Estado. Mulheres são açoitadas e execradas por mera suspeita de adultério; homossexuais por sua opção sexual. A liberdade religiosa tampouco existe, e minorias como os muçulmanos sunitas e bahais são perseguidas e proibidas de realizar seus cultos.
Não há real oposição política. Os partidos laicos não existem, e seus integrantes (por exemplo, os do Partido Comunista Iraniano, que auxiliaram na derrubada da Ditadura do Xã Reza Pahlavi) foram exterminados ou obrigados a viver no exílio.
Deve-se lembrar também que, quando no primeiro semestre, o MJDH se manifestou contra a presença de Ahmadinejad, já se denunciava que o Irã é o segundo país que mais aplica a pena de morte no mundo (atrás da China).
Lá, os enforcamentos são feitos em praça pública, e este foi o destino de Delara Darabi, uma jovem de 21 anos, aprisionada desde os 17 anos. Ela foi assassinada a despeito dos apelos de entidades internacionais para que a execução fosse comutada por outra pena.
Ahmadinejad também é tristemente famoso por negar o Holocausto, e suas aparições em eventos diplomáticos são boicotadas por países democráticos. Além disso, funcionários iranianos foram condenados, na Argentina (inclusive um atual ministro de estado), pelo planejamento do atentado à Associação Judaica Argentina, em Buenos Aires, em 1994.
A oposição a Ahmadinejad se repete em todo mundo, inclusive no Irã. Neste ano, após sua “reeleição”, denunciada como fraudulenta, o povo iraniano foi às ruas para protestar e acabou violentamente reprimido. A morte da jovem Neda Soltani, difundida pela Internet, mostrou a dimensão dessa opressão.
Assim, o senhor Lula da Silva estará recebendo Ahmadinejad, um fato que repudiamos, pois agride a todos que respeitam os direitos humanos fundamentais e escarnece de um país que enviou tropas para combater o nazismo e o totalitarismo genocida na 2ª Guerra Mundial.
A visita de Ahmadinejad ao Brasil é uma mancha em nossa diplomacia; ela degrada nossos ideais de justiça e liberdade. Como brasileiros livres, denunciamos a recepção deste tirano e esperamos que o governo brasileiro, se deseja realmente ocupar a vaga que merecemos, no Conselho de Segurança, mostre que o país está engajado na luta pelas liberdades, que denuncie as tiranias e nunca receba em nosso solo assassinos.
Nós, do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, que buscamos zelar pelo primado da decência e dos valores democráticos, declaramos, nesta data que marca a libertação de nosso povo, a oposição a tal infeliz visita e requeremos que o Estado brasileiro retome sua tradição de respeito aos princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948.
Porto Alegre, 15 de novembro de 2009.
Run, Forrest, run!
domingo, 15 de novembro de 2009
Para não dizer que não falei do Muro... II
Para não dizer que não falei do Muro...
sábado, 14 de novembro de 2009
Avaliando o cinema brasileiro pelo índice camelô

“Diferentes” significa...
- item 2
- item 3
- item 4
- item 5”
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Quem dera fosse falsa modéstia
Quando o politicamente correto mata
Nós, os preconceituosos
Claudio Mafra

(...)
Gilberto Scoffield, do GLOBO, diz que “muitos políticos e apresentadores de TV conservadores buscaram caracterizar a tragédia como um ato muçulmano contra os EUA”. Se não é um ato desse tipo está muito parecido, hein, Gilberto? Prossegue o meu amigo, ele sim, mostrando o clássico preconceito contra a FOX: “Na rede de TV conservadora FOX NEWS o apresentador Brian Kilmeade sugeriu, que os soldados muçulmanos nas Forças Armadas passem a ser encarados como ameaças em potencial. Você não acha que já é hora de os militares fazerem investigações especiais sobre oficiais muçulmanos? -, perguntou ele a outro apresentador, Geraldo Rivera”. Alguma coisa errada com essas observações? Mas é muito natural que eles sejam investigados. Por ser a maior democracia do mundo, é que está sendo sugerido que sejam APENAS investigados. Qualquer outro país que estivesse sustentando duas guerras contra países muçulmanos afastaria imediatamente esses oficiais. Afastar primeiro, investigar depois.
Continuando a reportagem (O Globo), alguém entrevistado comentou: “Se a etnia fosse outra, ninguém estaria preocupado, nem teriam mencionado a origem. É preconceito”. Bem, isso é muito estúpido de se dizer. Se o assassino fosse esquimó eu acho que o impacto seria menor, mas o cara saiu gritando Allahu Akbar! E quando acontece uma tragédia dessas a imprensa vai fundo na ficha da pessoa, qualquer que seja ela. Agora, se for árabe é bom ter cuidado, ou a esquerda parte para o ataque dizendo que somos preconceituosos.
Diz o ESTADÃO: “O comando militar da base de Fort Hood informou ontem que, em sites voltados para radicais islâmicos, há comentários de uma pessoa com o nome de Nidal Hasan que compara os suicidas islâmicos aos kamikazes japoneses, defendendo esse tipo de ação”. Nidal Hasan? Mas que coincidência! É o nome do sujeito! Mas, para os liberals deve ser mesmo uma tremenda de uma coincidência até que se prove o contrário. O dia em que conseguirmos terminar com todos os “provar o contrário” que eles inventam, estaremos mortos. E outra coisa: os kamikazes se suicidavam em cima de alvos militares. Não vamos caluniá-los. Não vamos compará-los com essa corja. Por último, ficamos sabendo que o maricas havia confidenciado a amigos que tinha horror de ir para a guerra do Afeganistão, e parece que, afinal, havia sido chamado.
O assassino parece que está saindo do coma, e os defensores do “esquecer tudo o mais rapidamente possível” devem estar aflitos, temendo que ele revele o que já sabemos, ou seja, que é um jihadista independente, sendo maluco ou não. Imagine se suas primeiras palavras forem: Allahu Akbar!
E nós já estamos acostumados: para a esquerda tudo é político. Chupar um picolé de limão é um ato político. E, como são relativistas, colocam em dúvida se é mesmo um picolé. E nunca existem responsabilidades individuais. Nesse caso, toda a culpa é da guerra do Afeganistão. Nidal Hassan, é claro, é a vítima. “A vítima do sistema”. Os 13 que morreram são… a consequência dos erros do sistema.
“Os soldados estão estressados, sob extraordinária pressão”, fala com um ar ridiculamente grave o famoso charlatão, Dr. Phil, no Larry King Live. Parece até que está havendo uma carnificina, onde ninguém escapa. Quantas são as baixas até agora no Afeganistão? Pouco mais de 600 homens, em 8 anos de guerra! Na Primeira Guerra Mundial foram 116 mil, na Segunda 417 mil, Coreia 35 mil, no Vietnã 58 mil. Os Estados Unidos estão praticamente em guerra desde 1941! Ninguém está sob extraordinária pressão coisa nenhuma! Esses soldados são voluntários! Isso é pacifismo, é derrotismo, é a tônica american liberal. O que aconteceu em Fort Hood é culpa de UM homem. Um homem medroso e atormentado pelo Islã.
Três comentários que são pérolas da politização do crime, ou, transformar o criminoso em vítima. O NYTIMES: “Sabendo do horror da guerra o atirador teve medo da convocação”. WASHINGTON POST: “Forte Hood foi abalado por repetidas convocações para a guerra”. A NEWSWEEK: “E se a carnificina atroz em Forte Hood apenas indica que o pior está por vir? Uma coisa é certa: as duas guerras estão tendo seu preço psicológico sobre os soldados”.
A conclusão dura, sem retoques: os muçulmanos são e serão suspeitos, até que cesse - na escala que estamos vivendo - a motivação para o terrorismo. É um momento que já foi vivido durante toda a história dos conflitos humanos, um clássico na confrontação, ou seja, infelizmente os justos pagam pelos pecadores.
Desdobramento do caso: a ABC News reportou que as agências americanas de inteligência sabiam que, há meses, Nidal Hassan estava tentando se contactar com a Al Qaeda. O que houve com a CIA e o FBI? Ou quem sabe ninguém levou a sério? Deixando esse fato de lado: se as pessoas ao seu redor tinham conhecimento de que era um fanático, inclusive seus colegas médicos, por que ninguém fez nada? Com toda a certeza por causa do “políticamente correto”, por causa do medo de serem tachados de intolerantes, preconceituosos, e outros palavrões.
E, passados três dias após o crime, os erros se mostram tão eloquentes que o ESTADÃO reportou “O governo americano sabia que Hasan havia trocado entre 10 e 20 mensagens com o imã Anwar al-Aulaki, um radical que defende a Al Qaeda. Mas eles suspenderam as investigações dizendo que as mensagens eram estritamente profissionais. Segundo conservadores, o governo não levou adiante as investigações para não ser acusado de discriminação contra muçulmanos.”

quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Os mais poderosos
2. Hu Jintao
3. Vladimir Putin
4. Ben S. Bernanke
5. Sergey Brin e Larry Page
6. Carlos Slim Helu (dono da Embratel e Claro)
7. Rupert Murdoch
8. Michael T. Duke
9. Abdul Aziz Al Saud
10. William Gates III
11. Papa Bento 16
12. Silvio Berlusconi
13. Jeffery R. Immelt
14. Warren Buffett
15. Angela Merkel (primeira-ministra alemã)
16. Laurence D. Fink
17. Hillary Clinton
18. Lloyd C. Blankfein
19. Li Changchun
20. Michael Bloomberg
21. Timothy Geithner
22. Rex W. Tillerson
23. Li Ka-shing
24. Kim Jong Il (ditator norte-coreano)
25. Jean-Claude Trichet
26. Masaaki Shirakawa
27. Sheikh Ahmed bin Zayed al Nahyan
28. Akio Toyoda
29. Gordon Brown
30. James S. Dimon
31. Bill Clinton
32. William H. Gross
33. Luiz Inácio Lula da Silva
34. Lou Jiwei
35. Yukio Hatoyama
36. Manmohan Singh
37. Osama bin Laden
38. Syed Yousaf Raza Gilani
39. Tenzin Gyatso
40. Ali Hoseini-Khamenei
41. Joaquin Guzman
42. Igor Sechin
43. Dmitry Medvedev
44. Mukesh Ambani
45. Oprah Winfrey
46. Benjamin Netanyahu
47. Dominique Strauss-Kahn
48. Zhou Xiaochuan
49. John Roberts Jr.
50. Dawood Ibrahim Kaskar
51. William Keller
52. Bernard Arnault
53. Joseph S. Blatter
54. Wadah Khanfar
55. Lakshmi Mittal
56. Nicolas Sarkozy
57. Steve Jobs
58. Fujio Mitarai
59. Ratan Tata
60. Jacques Rogge
61. Li Rongrong
62. Blairo Maggi
63. Robert B. Zoellick
64. Antonio Guterres
65. Mark John Thompson
66. Klaus Schwab
67. Hugo Chavez
O humor pastelão da Hora do Povo
Ninguém segura esse país
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Quando você pensa que não tinha como ficar pior...
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Bolsa celular (ou “Privatizando o Brasil”)
Isso é o ENADE II (ou “Quando o direito à crítica é uma mera concessão”)
Tudo o que eu aprendi sobre o século XX na escola (pública)
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Isso é o ENADE
Quando o presidente Luiz Inácio da Silva afirmou que a crise financeira mundial era um tsunami no exterior, mas, no Brasil, seria uma marolinha, vários veículos da mídia criticaram a fala presidencial. Agora é a imprensa internacional que lembra e confirma a previsão de Lula. Considerando a realidade atual da economia, no exterior e no Brasil, é correto afirmar que houve por parte dos críticos:
a. atitude preconceituosa
b. irresponsabilidade
c. livre exercício da crítica
d. manipulação política da mídia
e. prejulgamento
De médico e Aloisio Mercadante, todo mundo tem um pouco...
sábado, 7 de novembro de 2009
Apresentando a Qualificação
Coming soon: “Saga bancária II”
A nova cara da luta de classes
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Lula em entrevista para a Rádio Nacional de Angola
Concentração
A concentração fundiária no Brasil aumentou nos últimos dez anos, conforme o Censo Agrário do IBGE. A área ocupada pelos estabelecimentos rurais maiores do que mil hectares concentra mais de 43% do espaço total, enquanto as propriedades com menos de 10 hectares ocupam menos de 2,7%. As pequenas propriedades estão definhando enquanto crescem as fronteiras agrícolas do agronegócio.
E o mesmo censo diz que, nas regiões em que a concentração de terras aumentou, a renda dos trabalhadores rurais TAMBÉM aumentou. O MST está preocupado com o quê? Com as condições de vida da população rural? Ou simplesmente como a idéia de ter seu pedaço de chão, mesmo que seja para passar fome?
Paixão. À primeira vista.
Definição de “ser humano”
2. Que não é razoável, que contraria a razão, sendo, por isso, surpreendente, ou absurdo, ou arriscado; insensato.
3. Que se comporta de maneira extravagante, exagerada.
(...)
7. Psiq. Pessoa que sofre de perturbações psíquicas.
8. P.ext. Pessoa que comete atos insensatos.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Não se elogia mais uma boa interpretação como antigamente
Trocando cores, fabricando rótulos
Demétrio Magnoli
Leio aí no blog a reprodução do esclarecedor artigo de Roberta Fragoso Kaufmann em O Globo intitulado “A farsa do ‘país racista’” (veja abaixo). No primeiro parágrafo ela explica que analisará estatísticas nas quais no grupo dos “negros” estão os “pretos” mais os “pardos”. Isso significa que os tais “negros” nada mais são que um produto da decisão de uma burocracia estatal de juntar duas categorias censitárias num grupo de “raça”. É uma decisão derivada da influência de ONGs racialistas – que constitui uma cassação do direito à autodeclaração de cor dos brasileiros. As pessoas não se disseram “negros”, mas “pretos” ou “pardos”. Com que direito o Estado rouba-lhes a voz e as declara “negros”?

